Pressionados pela opinião pública, parlamentares que atuam em Brasília foram forçados a aprovar a idéia que começou com 1,6 milhão de assinaturas e que vai mudar a história das eleições no Brasil. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu, por 6 votos a 1, que a lei da ficha limpa vale para as eleições de outubro deste ano. Com isso, políticos condenados pela Justiça em decisão colegiada em processos ainda não concluídos não poderão ser candidatos no pleito de outubro.
É claro que os excessos recursais abrem ‘brechas’, mas o propósito de afastar os corruptos dos mandatos públicos já vale para a próxima eleição.